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Data center faz barulho ensurdecedor constante e transforma a vida dos vizinhos em pesadelo

Quando pensamos em um data center, normalmente imaginamos um prédio cheio de servidores trabalhando sem parar para manter sites, aplicativos e serviços online. O que pouca gente imagina é que toda essa estrutura pode gerar um problema inesperado: um barulho constante capaz de incomodar quem mora nas redondezas. É exatamente isso que está acontecendo na cidade de Dowagiac, no estado de Michigan, nos Estados Unidos. Um casal que vive em frente a um grande data center afirma que convive diariamente com um ruído alto e contínuo vindo da instalação. O som é comparado ao de uma turbina de avião funcionando o tempo todo. Um barulho que nunca para Billy e Marjorie Finn moram em frente ao complexo desde antes da construção da instalação. Segundo eles, a tranquilidade acabou quando o local entrou em operação. Billy chegou a medir o nível do som usando um decibelímetro na varanda de casa. O aparelho registrou cerca de 60 decibéis. Na prática, é parecido com o barulho de uma máquina de lavar louç...

Hannah Montana Linux é atualizado depois de quase duas décadas

Hannah Montana Linux está de volta!

Quem acompanha o universo Linux há bastante tempo provavelmente já ouviu falar do Hannah Montana Linux. A distribuição ficou conhecida em 2009 por um motivo bem diferente das outras: todo o sistema era inspirado na personagem Hannah Montana, da série da Disney estrelada por Miley Cyrus. O visual era totalmente rosa, cheio de papéis de parede, ícones personalizados e referências ao seriado.

O que muita gente tratava apenas como uma brincadeira acabou entrando para a história da comunidade Linux. Só que o projeto desapareceu pouco tempo depois do lançamento e nunca mais recebeu atualizações. Até agora.

O desenvolvedor Noah Cagle decidiu trazer o Hannah Montana Linux de volta com uma versão totalmente renovada. O novo Hannah Montana Linux 26.0 mantém o estilo chamativo que fez sucesso anos atrás, mas por dentro é um sistema moderno, seguro e preparado para os computadores atuais.

O que mudou na nova versão?

A edição original era baseada no Kubuntu de 2009. Depois de tantos anos sem manutenção, ela ficou praticamente inutilizável. Navegar na internet, instalar programas ou simplesmente manter o sistema seguro virou uma tarefa complicada por causa das falhas acumuladas e da falta de suporte para softwares recentes. A nova versão resolveu esse problema do zero.

Agora o sistema utiliza uma base Debian atual com KDE Plasma personalizado. O resultado é um Linux que continua com a identidade visual rosa, mas oferece os mesmos recursos encontrados em distribuições modernas.


O desenvolvedor também refez os ícones, adaptou os papéis de parede para monitores widescreen, personalizou o menu iniciar e até deixou o terminal com um visual temático. É aquele tipo de projeto que chama atenção pela aparência, mas funciona de verdade.

Não é só uma brincadeira

Quem olha as imagens pela primeira vez pode pensar que se trata apenas de um tema instalado sobre o Linux. Na prática, existe muito mais trabalho envolvido.

O projeto foi reconstruído utilizando ferramentas oficiais do Debian e ganhou suporte ao instalador Calamares, que facilita bastante a instalação no computador. Isso significa que qualquer pessoa pode instalar o sistema como faria com Ubuntu, Linux Mint ou outras distribuições populares.

Para máquinas mais antigas existe até uma edição Lite, que troca o KDE Plasma pelo LXQt. Essa versão exige menos memória RAM e oferece um desempenho melhor em computadores mais simples.

Por que esse lançamento chamou tanta atenção?

Projetos curiosos sempre fizeram parte da comunidade Linux. Muitos acabam esquecidos com o passar dos anos, enquanto outros viram verdadeiras lendas da internet.

O Hannah Montana Linux entrou justamente nesse grupo. Durante anos ele apareceu em vídeos, memes e listas das distribuições mais diferentes já criadas. Ver esse projeto voltar depois de quase duas décadas foi uma surpresa até para usuários experientes.

Mais interessante que a nostalgia é perceber que alguém dedicou tempo para transformar uma distribuição abandonada em um sistema realmente utilizável novamente.

Vale a pena instalar?

Se você procura um Linux discreto para trabalhar, provavelmente existem opções mais tradicionais.

Agora, se gosta de testar distribuições diferentes, coleciona sistemas curiosos ou simplesmente quer matar a saudade dos anos 2000, o Hannah Montana Linux pode render uma experiência divertida. O melhor é que, desta vez, ele não serve apenas para tirar print da tela. Dá para usar como qualquer outro sistema baseado em Debian.

Conclusão

O retorno do Hannah Montana Linux mostra como a comunidade de software livre consegue manter projetos vivos, mesmo depois de muitos anos esquecidos. O que começou como uma distribuição curiosa virou uma versão moderna, segura e totalmente funcional, sem perder a identidade que fez tanta gente lembrar dela.

Nem todo mundo vai instalar esse Linux no computador principal, mas é difícil não admirar o trabalho de quem resolveu recuperar um pedaço da história da comunidade. Para quem gosta de explorar distribuições diferentes, essa é uma daquelas novidades que merecem alguns minutos de curiosidade.

Você teria coragem de usar um Linux totalmente rosa no dia a dia ou deixaria essa experiência apenas para uma máquina de testes? Conte sua opinião nos comentários. Sua experiência pode ajudar outros leitores a decidir se vale a pena experimentar essa distribuição.



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